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31 janeiro 2011

Avental de história "Os três Porquinhos"


Para elaborar esse avental de história, contei com a participação mais que especial da amiga Adriélia. Ela está virando uma "artista" de tanto ser explorada por mim. Espero que gostem!!!



Era uma vez três porquinhos. Eles eram alegres. O mais novo adorava
brincar, o segundo era músico e o mais velho era muito trabalhador.
Um dia, percebendo que o dono da fazenda iria vender seus filhotes,
a dona Porca juntou suas economias, dividiu-as entre os três porquinhos e
os aconselhou a ir morar longe da fazenda.
O porquinho mais novo comprou palha e construiu sua casinha. A palha
era muito barata e ele poderia comprar muitos brinquedos com o que
sobrasse do dinheiro.
O segundo porquinho resolveu construir uma casinha de madeira,
porque era mais rápido de construir e ele logo poderia voltar a
dedicar-se às suas musicas. Desta forma, ele passava os dias tocando e
cantando.
O terceiro porquinho, que era muito esperto e trabalhador, fez sua
casinha de tijolos. Ele gastou todo o seu dinheirinho, mas construiu uma
casa resistente e muito bonita.
Algum tempo depois, um lobo muito malvado se mudou para aquela
região.
Quando ele soube que a li moravam três porquinhos, resolveu
procurá-los.
O lobo já estava cansado de comer frutinhas da floresta. Ele queria
achar as casas dos porquinhos, porque queria comer leitão assado.
Ele procurou e achou a casinha de palha. Bateu na porta:
– Abra esta porta senão derrubo sua casa.
Como o porquinho não abriu, o lobo estufou o peito e soprou. A
casinha foi para os ares.
O porquinho saiu correndo pela floresta e foi se esconder na casinha
de madeira de seu irmão. O lobo foi correndo atras dele.
Chegando na casinha de madeira, o lobo novamente pediu que abrissem
a porta:
– Abra esta porta senão derrubo sua casa.
Como os porquinhos não fizeram isso, ele soprou com força e
derrubou a casinha.
Os porquinhos correram para a casa de tijolos e, quando chegaram,
contaram tudo para o irmão. Como este era muito esperto, trancou todas
as portas e janelas e colocou um caldeirão de água a ferver na lareira.
O lobo chegou até a casinha minutos depois. Bateu na porta e como
ninguém respondeu, ele estufou o peito e soprou. A casinha continuou
como estava. O lobo continuou soprando até cair exausto no chão.
Descansou um pouco e ficou pensando como faria para entrar. Tentou
derrubar a porta, mas esta estava muito bem trancada. Forçou as janelas
e também não conseguiu abrir.
O lobo estava ficando furioso, quando teve uma idéia!
– Vou descer pela chaminé — pensou ele, já sentindo o gostinho da
vitória.
Subiu no telhado e foi descendo pela chaminé.
Quando estava caindo, começou a sentir um calor muito grande até
cair dentro do caldeirão de água fervendo. Ele saiu correndo, todo
queimado pela água quente.
O lobo ficou com tanta vergonha, que se mudou para um lugar muito
distante, e nunca mais se teve notícias dele.
Os três irmãozinhos decidiram morar juntos na mesma casinha de
tijolos. Mais tarde, buscaram sua mãe para viver com eles e foram
felizes para sempre.

28 janeiro 2011

Avental de história de "João e Maria"


História de "João e Maria"
Numa casa, perto de uma grande floresta, vivia um pobre lenhador. Ele tinha dois filhos chamados João e Maria. Certa ocasião, uma grande crise veio sobre o país e a situação do lenhador ficou muito ruim. Não conseguia arrumar alimentos para os filhos e com isso, já não dormia à noite. A madrasta sugeriu, então, que os filhos fossem levados para o interior da floresta, onde seriam abandonados. O pai não gostou muito da idéia, mas acabou concordando. Lá se foram eles para a floresta. João, que tinha escutado a conversa, ajuntou pedrinhas de cascalho que foi jogando pelo caminho para que pudesse saber o caminho de volta. No meio da floresta, o pai acendeu umafogueira para aquecer os meninos.O pai disse que iria cortar lenha na floresta, mas voltou com a madrasta para casa. Como o pai e a madrasta não chegavam, João e Maria resolveram voltar para a casa. Eles seguiram o caminho das pedras.Quando chegaram a casa, o pai se alegrou muito, a madrasta, porém, não gostou do retorno deles. Algum tempo mais tarde, a miséria assolou ainda mais o país. A mulher voltou a se queixar para o marido:– Não temos comida suficiente. Precisamos levar essas crianças para um lugar ainda mais distante.O pai ficou muito triste, mas acabou sendo convencido pela mulher.João escutou toda a conversa e resolveu pegar as pedrinhas novamente,mas, desta vez, a madrasta tinha trancado o quarto dos dois.Na manhã seguinte, foram todos a uma floresta bem distante. Desta vez,João foi jogando pedaços de pão para marcar o caminho de volta. As crianças foram abandonadas num lugar bem longe de casa. Quando resolveram voltar, João não mais achou os pedaços de pão que havia jogado. Os passarinhos tinham comido tudo.Durante três dias e três noites, os dois andaram perdidos pela floresta. De repente, encontraram uma casinha feita de pão e bolo. Como estavam com muita fome, comeram um pedaço da casa. Enquanto comiam, saiu de dentro da casa uma velha de bengala que os convidou para entrar, fingindo-sede boazinha, mas ela não passava de uma bruxa malvada.Quando entraram na casa, a bruxa prendeu João. Alimentava-o bem para ficar gordo e poder comê-lo depois. João, sabendo qual era a intenção da bruxa, mostrava-lhe sempre um pedaço de osso quando ela vinha examinar o seu dedo. A bruxa não percebia, porque era meio cega. Um dia, a paciência da bruxa esgotou e ela pediu que Maria acendesse o forno para que pudesse comer João de qualquer jeito. Maria triste lhe obedeceu. Quando a bruxa chegou perto do forno, Maria a empurrou lá para dentro.Os dois, agora, estavam livres.João pegou jóias e comida da casa e saíram em busca da casa dos pais.Depois de vários dias de procura, acabaram achando a casa. Os pais os receberam com muita alegria. Estavam arrependidos por terem abandonadoos dois.

Caros colegas professores, amo trabalhar com avental de histórias, pois é um recurso bastante rido em possibilidades, já que nos permite trabalhar a oralidade e a criatividade de maneira bastante lúdica. E o mais importante, as crianças ficam encantadas.